quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Compre um pãozinho a mais =)

Tem gente que acha ruim quando postamos fotos de animais que sofrem ou sofreram de maus tratos ou abandono. Compartilhar essas fotos horríveis e cruéis nas redes sociais não resolve nada mesmo. Mas não podemos fechar os olhos para algo que na maioria das vezes nós mesmos somos culpados. 

A maioria não se importa e quem tem coragem de maltratar, continuará maltratando.
Mas mostrar essa realidade para algumas pessoas, pode mudar o jeito de olharem para esses pobrezinhos que por muitas vezes estão jogados e abandonados na rua. 

Eles sentem medo, frio, fome e dor. 

Há quem  feche os olhos e prefira não ver a realidade. Eu prefiro ver e lutar pelo direito de um ser que o mínimo que pode nos trazer, é um pouco mais de amor.
 Quem é covarde de abandonar ou passar por cima desses animais, é COVARDE NA VIDA, e em todos os demais sentidos.

 Conhecemos um homem pela atitude que ele tem com seres menores e inferiores a ele.
Os animais precisam de nossa ajuda, do nosso olhar. 
Comprar um pão a mais e dar pra algum que estiver na rua não vai te deixar mais pobre. 

Se você prefere pagar 500,00 num cachorro pequeno e bonito do que adotar um que realmente precise, a escolha é sua. Não posso interferir em sua inferior e pequena prioridade. 
Descuidar, abandonar ou maltratar um que não lhe pertence, já é problema nosso.

 Se não quer ajudar, não prejudique. Se atropelou, cuide! Se não quer mais doe a quem quer. Não abandone nas ruas. Não o deixe sem abrigo. Eles também sentem medo e a única coisa que precisam é de um coração que os aqueça. 

Amor não é só para humanos. Ter um animal não é colocar comida ou tirar da chuva. Eles precisam de um lar. E merecem muito mais ter uma família, do que os covardes que os abandonam sem lhes dar a mínima.
Conscientize. Um animal, não é apenas um animal e acredite eles entendem muito mais do que o normal.



________________________________________
As fotos a seguir são reais. te incomoda? Então faça alguma coisa pra ajudar.




















Por Gabriela Peres